Araguaia Cidadão: Justiça do Trabalho participa de expedição com palestras sobre acidente de trabalho

Os municípios de Alto Araguaia, Araguainha e Ponte Branca receberam, no mês passado, palestras sobre acidentes de trabalho. As exposições foram levadas a trabalhadores da região durante a expedição Araguaia Cidadão, realizada pelo Poder Judiciário de Mato Grosso com o objetivo de levar serviços básicos e informações a comunidades distantes.

As palestras sobre prevenção a acidentes de trabalho foram ministradas pela juíza do trabalho de Alto Araguaia, Karina Rigato. Nas ocasiões, também foram entregues cartilhas sobre o tema aos trabalhadores. “É importante a Justiça do Trabalho se fazer presente nas demais cidades da jurisdição. Sempre que levamos essas informações sobre direitos e deveres damos concretude às nossas ações de cidadania”, pontuou a magistrada.

A expedição Araguaia Cidadão aconteceu entre 12 e 21 de agosto e percorreu 1.500 quilômetros. O projeto passou pelas cidades de Alto Araguaia, Araguainha, Ponte Branca, Ribeirãozinho, Torixoréu e Pontal do Araguaia, que juntos somam aproximadamente 45 mil habitantes.

Foram levados ainda serviços como registro tardio, resolução de conflitos sociais, casamento comunitário, consultas médicas, oftalmológicas e odontológicas, vacinas e a confecção de documentação, entre outros.

O projeto contou com a participação do Tribunal de Justiça, Justiça do Trabalho, Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Poder Executivo Estadual, Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, polícias Militar, Civil e Rodoviária Federal, Defesa Civil, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Assembleia Legislativa, além de prefeituras e câmaras municipais.

Bombeiro do futuro

A Justiça do Trabalho em Alto Araguaia também teve participação ativa em outra ação social na região: no custeio de parte dos uniformes para as 50 crianças do Projeto Bombeiro do Futuro, lançado em agosto, na Câmara Municipal da cidade.

Segundo a juíza Karina Rigato, que esteve presente na solenidade, o objetivo do projeto é viabilizar a complementação da formação escolar e familiar a menores em situação de vulnerabilidade social. “Esse projeto é importante porque combate, ao mesmo tempo, o trabalho infantil e a evasão escolar”, explicou.

Os alunos participarão de atividades de educação ambiental, prevenção ao uso de drogas, noções de salvamento e de primeiros socorros, natação, ética, cidadania, boas maneiras, moral e civismo, higiene pessoal e atividades físicas, lúdicas e culturais. As crianças e adolescentes inscritas têm idade entre 09 e 13 anos e devem estar frequentando a escola com assiduidade e boas notas para continuarem no projeto, que tem duração de um ano.

(Sinara Alvares)

 

 

 

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